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terça-feira, 3 de abril de 2012

Mercedes-Benz proíbe réplicas do clássico 300 SL Asa-de-Gaivota


Dessa vez a Mercedes-Benz se irritou pra valer. Após os tribunais alemães chegaram a um consenso de que nenhuma empresa poderia produzir cópias não autorizadas do 300 SL Gullwing, conhecido também como Asa-de -aivota, a marca não quer saber de ver seu lendário esportivo sendo clonado por aí.


A fabricante ainda mandou um recado "sútil" aos construtores de réplicas divulgando fotos de uma imitação do modelo sendo destruído por ela mesma. Pode parecer prepotência da Mercedes, mas trata-se de um dos mais famosos carros da indústria.


Em comunicado oficial, a montadora informou que “as linhas da carroceria do modelo lendário Gullwing é de propriedade da Daimler AG. Qualquer um que construa ou venda réplicas do veículo viola os direitos da companhia. Isto se aplica às réplicas que não incorporam quaisquer logotipos ou marcas comerciais. O grupo Daimler tomará providencias mais rígidas para quem fizer cópias dos seus modelos”.


História do clássico

Lançado em 1954, o Mercedes-Benz 300 SL Gullwing (asa de gaivota em inglês) marcou sua época e ainda é reverenciado até hoje porque surpreendeu com suas portas de alumínio que se abriam para cima, fazendo com que ele lembrasse uma gaivota batendo as asas.

O carro também foi o primeiro no mundo a possuir motor com injeção direta de combustível. Esse bloco era o 3.0 litros de seis cilindros em linha que trabalhava em conjunto com uma transmissão manual de quatro velocidades e desenvolvia até 240 cv.

Com essas características o desempenho do modelo era de se orgulhar para aquela época: de 0 a 100 km/h em 8,8 segundos e máxima de 225 km/h. Ao todo, 1.400 unidades do 300 SL foram comercializadas e sua produção foi encerrada em 1963.
Fonte: iGCarros

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Primeiro carro completa 125 anos


No tempo em que as carruagens puxadas por cavalos eram o principal meio de transporte, o engenheiro alemão Carl Benz propôs uma solução a tração animal ao patentear em 26 de janeiro de 1886 o primeiro veículo motorizado moderno em Mannheim. Trata-se de um “triciclo”, como consta na patente, e seu motor monocilíndrico a gasolina gerava ínfimo 0,8 cavalos de potência, que permitia ao carro atingir 18 km/h. Já a partida era feita por meio de uma manivela.

Basicamente uma evolução das carroças, o primeiro automóvel, chamado na época Benz Patent Motorwagen, era construído de madeira e sua direção, por exemplo, era uma haste. O acelerador e freio eram operados com as mãos e um pequeno banco carregava o motorista e um passageiro lado a lado. Sua produção em massa começou em 1888, mas, apesar da simplicidade do projeto, o produto era destinado somente a alta sociedade.

E também foi a bordo deste carro pioneiro que foi realizada a primeira viagem de automóvel por uma longa distância da história. Bertha Benz, sem o consentimento de seu marido Carl Benz, partiu com o veículo de Mannheim a caminho de Pforzheim, distante cerca de 100 km. A ação na época, considerada um feito notável, ajudou a popular o invento. Detalhe: a viagem durou três dias e duas noites.

E para comemorar a data, a Mercedes-Benz revelou a Aesthetics 125, uma escultura que simboliza, segundo a marca, seu DNA. Sua construção é feita em estereolitografia, processo que permite criar formas mais complexas. A cerimônia de apresentação do Aesthetics 125 contou com a presença da chanceler alemã, Angela Merkel, além do CEO da Daimler, Dieter Zetsche.
Fonte: iGCarros
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