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sábado, 21 de abril de 2012

METAS OUSADAS: MERCEDES QUER FABRICAR CARROS EM 30 HORAS E AUMENTAR PRODUÇÃO GLOBAL


A Mercedes-Benz já é uma das montadoras mais rentáveis do planeta e quer manter-se entre as melhores nos próximos anos. Para isso a marca alemã planeja algumas ações.


Uma delas é reduzir o tempo de produção de um veículo de 43 horas – média de suas unidades fabris em 2008 – para no máximo 30 horas até 2015, sem afetar a qualidade dos modelos produzidos.

Uma das chaves para atingir este resultado é a redução do número de plataformas. Já a partir deste ano a Mercedes contará apenas com as plataformas MFA (tração dianteira) e MRA (tração traseira) para todos os seus modelos. Isto pode ser considerando um grande avanço já que em 2005 o grupo Daimler possuía nada menos que 15 plataformas distintas.

Por fim, a Mercedes quer ampliar a capacidade produtiva fora da Europa e para isso conta que aproximadamente 50% de seus modelos sejam fabricados fora do Velho Continente até 2020.
fonte: CarPlace

sábado, 14 de abril de 2012

Mercedes confirma novo coupê quatro portas


A Mercedes-Benz confirmou hoje que sua fábrica instalada na Hungria produzirá o novo coupê quatro portas da marca. O modelo, que provavelmente será chamado de CLA ou CLC, deverá baseado no recém-lançado Classe A ou no atual Classe B.

Ainda não foram confirmadas mais informações sobre motorização do novo modelo, mas ele deve ser vendido em versões com propulsão a gasolina ou a diesel e com potência variando entre 109 cv e 210 cv, que já são oferecidas como opções da plataforma MFA.

Em evento realizado na fábrica, executivos confirmaram que o número de funcionários contratados para trabalhar no local deve passar de 3.000 com o aumento na demanda.
Fonte: AutoEsporte

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Mercedes Classe G ganhará opção de motor V12


Após a Mercedes divulgar quase que acidentalmente a primeira imagem do novo Classe G, a marca alemã revelou informações adicionais sobre o modelo. O jipe de 33 anos, que passou por mudanças sutis, ganhará uma opção de motor V12.

O modelo conservará os propulsores antigos (5.5 V8 aspirado de 383 cv e 3.0 V6, a diesel, de 208 cv), mas contará também com um motor 6.0 V12, que será utilizado pela SL65 AMG. Com esta opção, a capacidade de acelerar de 0 a 100km/h se dará em apenas 5,2 segundos.

A versão com motor 5.4 V8 de 500 cv, utilizada há 12 anos na G55 AMG, será substituída pela versão de 536 cv oferecida por um motor 5.5 V8 do novo G63 AMG. A transmissão de cinco velocidades, adotada desde 1979, dá lugar a uma de sete. O recurso start-stop para melhor desempenho deve estar presente no modelo.

Em termos estéticos, externamente o jipe foi submetido a poucas, porém marcantes mudanças, com a introdução de uma nova grade frontal, além dos faróis auxiliares com LEDs. Espelhos retrovisores também ganharam nova cara.
Fonte: QuatroRodas

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Novo Classe A pode ser montado em MG


Parece que, com a definição do novo regime automotivo brasileiro, as marcas chamadas "premium" começaram a mover suas peças e a movimentar o jogo no tabuleiro. Pelo menos é o que deu a entender uma fonte ligada a Mercedes-Benz ouvida pelo Blogauto.

De acordo com o site, na antiga fábrica onde era montado o cupê CLC e o Classe A em sua fase “monovolume”, deverá entrar em produção não só o novo hatch apresentado no Salão de Genebra de 2012, como também um cupê de quatro portas médio, uma shooting break (perua com apelo esportivo) e um crossover compacto.

O objetivo é equilibrar os valores pagos com os impostos de importação dos veículos de maior porte da marca, com a nacionalização da família de compactos (médios para os nossos padrões). Como já foi anunciado, o hatch deve chegar já em 2013 com preços entre R$ 90 mil e R$ 120 mil e provavelmente será oferecido no mercado brasileiro com motores com potência entre 156 cv e 211 cv, assim como seus rivais BMW Série 1 e Audi A3.
Fonte: iGCarros

quarta-feira, 11 de abril de 2012

SLK 250 é um roadster radical moderado


A política do IPI elevado em 30 pontos percentuais para automóveis importados virou o catálogo de carrões da Mercedes-Benz de ponta cabeça, principalmente da aprazível linha SLK, o famoso roadster compacto da marca alemã.


Em 2011, a montadora embelezou o mercado brasileiro com a terceira geração do SLK nas versões 200, de entrada (e fraquinha), e 350, o modelo top antes da série “animalesca” AMG. Com o aumento da alíquota, o primeiro ficou caríssimo e o segundo chegou a um valor impraticável. Para solucionar o problema (ao menos em termos), a Mercedes trouxe para o Brasil a opção 250 (intermediária no exterior) por R$ 249.900 e deixou de vender os demais – o SLK 55 AMG chega ainda no primeiro semestre.


Claro que está longe de ser um carro barato, mas segundo o pessoal da montadora o reajuste na gama, que teve inclusive abatimento na margem de lucro (praticamente um milagre no Brasil), deixou o SLK competitivo perante seus concorrentes, como o Audi TT, BMW Z4 e Porsche Boxster que atingem somente uma clientela abastada. A expectativa da marca é vender 400 unidades do carro até o final de 2012 – em 2011, antes do novo IPI, a Mercedes-Benz emplacou 700 exemplares do conversível.


Das três versões do SLK, o 250 é o mais, digamos, “redondo”. Não é fraco como o 200 e nem tão estúpido como o 350. Fica no meio termo, e isso é bom de diferentes formas. Seu motor é o mesmo 1.8 Turbo do ex-modelo de entrada, mas com 204 cavalos de potência e 31 kgfm de torque. Idem para o câmbio, no caso a caixa automática sequencial 7G-Tronic Plus de 7 marchas, mas com um ajuste mais radical. Resumindo, é um conjunto delicioso.

Impressões ao dirigir

O SLK 250 é um daqueles carros que transmitem tanta segurança que chega a botar medo. Rodando a 120 km/h ele é tão estável e “na mão” que parece estar a uma velocidade bem inferior a essa, por isso é preciso tomar muito cuidado, caso contrário você passa dos 160 km/h (ou mais) pensando que está a 100 km/h.

Saídas de pedágios são um convite a conferir o tempo de aceleração de 0 a 100 km/h deste roadster. Em nosso test-drive pagamos cinco taxas com prazer. Segundo a fabricante, a aceleração em questão é feita em 6,6 segundos e eu não duvido. Já a velocidade máxima, mais uma vez conforme dados da marca, é limitada em 243 km/h.

Por ser muito baixo e equipado com pneus de banda larga - 225/45 na frente e 245/40 na traseira - e suspensão independente, o SLK 250 “gruda” suas rodas aro 17” no asfalto, mesmo em curvas contornadas em alta velocidade. E ele consegue ser estável assim mesmo com tração traseira, que tende a tornar o comportamento do veículo mais arisco – se optar por desligar o controle de estabilidade (ESP) o carro encarna o lado negro da força e sai de traseira com gosto levantando fumaça (vulgo drift).

O câmbio também funciona que é uma beleza. As trocas no programa “Economic” já são o suficiente para empolgar, mas se você quiser mais pode escolher o modo Sport. Ah, o modo Sport... Nessa opção as mudanças de marcha ocorrem sempre no limite, acima de 6.000 rpm, e nas reduções a transmissão faz um punta-taco automático, que consiste em elevar o giro do motor antes do engate ser executado, melhorando a performance do roadster nas retomadas.

Essa versão do SLK ainda é um tanto “marrenta”. O ronco do motor 1.8, apesar de relativamente pequeno, é alto e em certos momentos parece até um V8. Isso é um interessante truque da Mercedes, que “canaliza” o ruído do propulsor para dentro da cabine. Essa experiência sonora ainda pode ser ampliada com a capota aberta, só não esqueça o boné e o protetor solar.

Conteúdo de ponta

O SLK é uma espécie de mini-SLS AMG, tanto no que diz respeito ao visual até o nível de equipamentos. Seu design, tanto externo como interno, tem diversos pontos similares ao modelo com as portas asa-de-gaivota com um “que” retrô inspirado na aviação.

A lista de equipamentos é vasta. Inclui ar-condicionado com duas zonas de climatização, aparelho de som com alto-falantes de alta definição, bancos de couro (com tecido que esquenta menos) com aquecimento e regulagem elétrica, seis airbags, sensores de estacionamento com assistência de estacionamento e por aí vai.

Divertido qualquer um dos SLK é. Isso não é nenhum segredo. A diferença é o quanto cada versão pode divertir e o quanto você pode gastar. Neste caso, o 250 está de bom tamanho para o nosso mercado e para nossa alegria.
Fonte: iGCarros
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