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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Em versão cupê, Classe C acerta no visual


A divisão brasileira da Mercedes-Benz acertou em cheio ao trazer para o mercado brasileiro o Classe C na versão 180. O sedã, embora simplificado, vem com uma boa configuração de equipamentos e acabamento e seu preço não é mais uma barreira tão intransponível se tratando de um veículo da refinada marca alemã: custa módicos R$ 116.900. Pode parecer caro, mas o modelo nunca vendeu tanto no Brasil. Já são quase 5.000 emplacamentos no Brasil em 2011. Agora que tal esse mesmo pacote, mas com carroceria cupê e mais R$ 10.000?


Quem vai a concessionária com o sedã na cabeça pode acabar saindo com o novo C 180 Coupé. A oferta é até interessante, tornando este o cupê alemão mais “barato” da praça (R$ 126.900, ainda sem o IPI para carros importados elevado). E o carro é novinho em folha, acabou de ser lançado na Europa para tomar o lugar do CLC, uma versão atualizada do antigo Sportcoupé, um hatchback de duas portas.


O visual do cupê é basicamente uma derivação do Classe C sedã. A parte frontal é a mesma. Até o desenho na traseira é como o do três volumes, com o friso cromado no centro e as lanternas de LED que parecem com as do Classe S, o carro mais luxuoso da Mercedes. Mas o caimento da coluna C, a última da carroceria, e a presença de apenas duas portas fazem toda diferença. É o dilema entre comprar o sedã para passear com a família ou o cupê, para também passear com os mesmos no aperto, mas muito mais bonito na foto. Por essas e outras esse é um carro ideal para solteiros.


Mas vamos devagar, literalmente. O C 180 é bem equipado, tem bom preço e tudo mais, mas ele é fraco como o sedã, embora sua cara não entregue o jogo de imediato. Essa série traz o motor 1.8 antes Kompressor (compressor mecânico) e agora CGI, a nova família de motores da Mercedes-Benz com turbocompressor e injeção direta de gasolina. Rende 156 cv em giro alto (5.000 rpm) e 25,4 kgfm disponível entre 1.600 rpm e 4.200 rpm, faixa bastante plana que salva o carro de não passar vergonha.

A transmissão é a 7G-Tronic Plus automática seqüencial de 7 marchas. Embora seja lenta na operação, inclusive no modo manual, esse câmbio, segundo a marca, ajuda o carro a consumir menos gasolina: a média é 14,1 km/l.

Já a aceleração do carro deixa a desejar, afinal de contas estamos a bordo de um carro com uma estrela no bico. Segundo a montadora, o modelo marca 8,9 segundos na arrancada de 0 a 100 km/h, isso nas melhores condições, o que envolve clima, combustível e “braço”. Por isso chegar aos 100 km/h poderá demorar um pouco mais, assim como bater o ponteiro nos 223 km/h, a velocidade máxima do cupê, de acordo com os dados oficiais.

Por outro lado, a dirigibilidade do carro é boa. Essa parte é mérito da moderna suspensão independente nas quatro rodas, que permite abusar um pouco mais do acelerador nas curvas. Essa configuração permite melhores condições de amortecimento, resultando em maior conforto, além do desempenho superior em estabilidade na relação com veículos que ainda possuem o arcaico eixo de torção na traseira.

Mais classe do que sofisticação

Diferente de Audi e BMW, que andam abusando da sofisticação com desenhos de painéis ousados e diferentes, a Mercedes-Benz insiste na classe, no refinamento. A cabine de um C 180 Coupé é, por assim dizer, chique. O acabamento é impecável, algo notável no isolamento acústico quase perfeito e os materiais de acabamento, como a borracha no painel e o couro que cobre os quatro bancos do carro – na traseira vão apenas dois. Até o cheiro do carro é agradável. Porém, falta um agrado tecnológico. Nem sensor de estacionamento ou bancos com ajustes eletrônicos esse Mercedes tem. Já seus rivais...

O C180 Coupé oferecido no Brasil também traz um acabamento diferenciado para a cabine em dois tons. Achar bonito ou não depende do gosto de cada um. O modelo ainda vem equipado de série com teto solar panorâmico, 6 airbags, ar-condicionado dual-zone, freios ABS e controle eletrônico de estabilidade (ESP). Outro recurso interessante presente é o Attention Assist, que avisa o motorista a hora de descansar com um xícara de café no painel de instrumentos..

O principal atributo deste carro é sua beleza, algo que os cupês conseguem como nenhum outro tipo de automóvel. O C 180 Coupé pode não ser um esportivo de tirar o fôlego quando conduzido, mas parado ele é uma bela escultura com rodas.
Fonte: iGCarros

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Mercedes-Benz revela novo ML 63 AMG


O jipão Mercedes-Benz ML nunca foi tão rápido como é a nova série 63 AMG 2012. Recentemente atualizado, o modelo desta vez ganhou o “tempero” da divisão esportiva da marca, que desta caprichou na dose. O veículo será um dos destaques da montadora no Salão de Los Angeles, neste mês, nos Estados Unidos.


A usina de força do ML 63 é motor 5.5 V8 biturbo de 550 cv (40 cv a mais que o anterior) e 69,9 kgfm de torque máximo. Segundo a fabricante, é o suficiente para levar o carro do 0 aos 100 km/h em 4,6 segundos e atingir até 280 km/h na série com pacote adicional (o “normal” vai a 250 km/h).


A parte visual do ML também foi revista com tomadas de ar maiores no para-choque frontal, saídas de escape cromada, aerofólio na traseira e as enormes rodas aro 20”. Por dentro o modelo conta bancos e volante com estética voltada puramente a esportividade. O painel ainda é coberto por couro e o sistema de entretenimento possui uma tela 4,5” com acesso a GPS e câmera de vídeo na traseira.

O modelo também traz novidades na parte eletrônica, como o novo sistema Active Curve System, que reduz a inclinação da carroceria em curvas feitas em velocidade mais altas. O pacote de itens inclui ainda stop/start, que desliga o motor em paradas curtas para poupar gasolina, e o novo câmbio de 7 marchas, que segundo a marca foi configurado pensando na redução do consumo. De acordo com a fabricante, o novo ML 63 AMG roda em média 6,8 km/l, já com a tal da melhora inclusa.

A marca informa que a novidade chega aos mercados europeu e norte-americano no primeiro trimestre do próximo ano, porém, o preço ainda não foi definido. A estreia do veículo em demais regiões ainda não tem data definida.
Fonte: iGCarros

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Classe E Coupé esbanja charme e estilo


Cupês são como fonte da juventude. Um pacato sedã entra de um lado, e do outro sai um carro bem mais jovem e atraente. O Mercedes-Benz Classe E Coupé não foge à regra: se o três volumes tem sua imagem irremediavelmente colada a executivos sisudos e de certa idade, o duas portas não deixa dúvidas que seu dono é uma pessoa descolada, que põe os próprios desejos em primeiro lugar.


Lançado no Brasil em 2009, o Classe E Coupé chegou nas versões 500 e 350 – esta última aqui avaliada. A principal diferença entre ambas está no motor: 5.5 V8 de 388 cv para a topo de linha, e 3.5 V6 de 272 cv para a opção de entrada. De série, o E 350 traz acabamento interno em alumínio, acendimento automático dos faróis, airbags frontais, laterais e windowbags, ar-condicionado bizona, assentos dianteiros com ajuste elétrico e memória, coluna de direção ajustável eletricamente, CD e DVD player, faróis bi-xenôn, sistema de acesso e partida sem chaves (Keyless-Go), apoios de cabeça dianteiros ativos (Neck-Pro), sistema de auxílio de estacionamento (Parktronic), sensor de chuva, câmera traseira de auxílio à ré, sistema de prevenção Attention Assist (que alerta sobre uma possível fadiga do motorista), sistema de som Harman-Kardon, teto-solar panorâmico, entre outros.


Vestir o cupê é tarefa simples. Facilmente o motorista encontra a posição ideal, graças ao volante ajustável eletricamente, assim como os bancos. Embora o interior do modelo não seja lá tão novo, a arquitetura ainda agrada – o desenho do painel continua belo e sua leitura, fácil; os comandos estão todos à mão e o acabamento é impecável. O espaço para os passageiros de trás não se compara ao encontrado na frente, mas ainda assim é possível acomodar facilmente dois adultos ali. As únicas ressalvas vão para o acesso, naturalmente um pouco mais difícil, e para o fato de quem vai lá atrás não pode ter mais do que 1,80 m. Uma vez acomodados, encaram uma viagem média tranquilamente.

Distante do exterior

Ao volante, o E Coupé pode não transmitir a mesma esportividade do E 500, mas ainda assim a diversão é garantida. Os 272 cv são mais do que suficientes para boas arrancadas e velocidade de cruzeiro que pode se manter nas alturas sem muita dificuldade, ou ficar dentro dos limites – o que, tamanha a proteção acústica e bom funcionamento do motor, pode dar sono ao condutor. A direção direta permite serpentear curvas com certa emoção, e sempre haverá estabilidade de sobra. Mas o principal destaque é a suspensão, extremamente competente em segurar o carro numa tocada mais esportiva, e no instante seguinte fazer o carro flutuar num passeio mais calmo. Exceto pelas irregularidades mais brutas do nosso descuidado piso, o conjunto quase nada transmite aos ocupantes.

E isso tudo embalado num visual que esbanja estilo e elegância. Se você é tímido, fuja deste carro, pois é grande o número de olhares que o acompanharão.

O preço da exclusividade oferecida pelo E 350, no entanto, é alto: R$ 309.200. Por esse valor, dá pra estacionar na garagem muito SUV de luxo da moda, com mais espaço, versatilidade e até potência. Mas, por outro lado, sem a metade do charme do cupê.
Fonte: iGCarros

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Classe C avança na idade com fôlego de jovem


Nunca um Classe C foi tão íntimo da esportividade quanto o exemplar que chega agora à linha 2012, desembarcando por aqui após um razoável delay de aproximadamente dois meses, considerando sua apresentação no último Salão de Detroit e consequente lançamento mundial. É o primeiro facelift da quarta geração (ou quinta, quando levamos em conta o 190, de 1982, que deu origem ao Classe C), justamente o meio do caminho até que a próxima geração apareça, por volta de 2014.


O apelo mais evidente na hora de vestir com esportividade um sedã frequentemente estacionado em garagens de senhores na faixa dos 50 anos está no visual, que traz faróis, para-choques e grade dianteira mais ousados. Esta última inclusive aboliu a prática, exclusiva da versão de entrada, de não carregar o símbolo da marca (tarefa antes deixada para o capô), que deixava o aspecto do carro clássico demais. As rodas, sempre de cinco raios, reforçam o novo desejo do Classe C.


7G-Tronic

Enquanto algumas marcas insistem em defender que câmbios de quatro velocidades ainda são bons, a Mercedes aposenta a anterior transmissão de cinco marchas e parte para uma caixa de sete velocidades para o Classe C, a já instalada em outros modelos 7G-Tronic. Ela é sempre acoplada ao motor 1.8 16V turbo de injeção direta, que gera 156, 184 e 204 cv dependendo da versão – C 180, C200 e C 250, respectivamente.

É o típico caso onde se faz exceção à regra. Menos nem sempre é mais. Mais marchas, no caso, significa rodar mais suave, mais poder de aceleração, mais economia de combustível e mais alegria ao volante. No test-drive realizado por estradas no interior de São Paulo, o Classe C 250 CGI Sport rodava a 120 km/h manso, com o motor quase “dormindo” a 2.900 rpm. As paradas no pedágio não significavam perda de tempo: uma investida mais contundente no acelerador já colocava o sedã rapidamente de volta à velocidade de cruzeiro. As trocas de marcha, em condução tranquila, são quase imperceptíveis; numa tocada esportiva, reagem rapidamente – não tão instantâneas como nas imbatíveis transmissões automatizadas de dupla embreagem, mas mais rápidas do que a maioria dos automáticos convencionais. Mas trocá-las manualmente, através da alavanca, continua um incômodo – ao invés de empurrar a peça para frente ou para trás, deslocamos para a direita ou puxamos para a esquerda para subir e descer marchas. Ainda não descobri como esse método facilita algo que já era tão intuitivo.

Merece elogios também o comportamento dinâmico do carro. O Classe C ora é um sedã confortável que protege os ocupantes do caos externo e os coloca num mundo à parte, ora é um automóvel malicioso, com pretensões esportivas. Exemplo: a direção tem respostas diretas quando em movimento, mas é bem leve (sem deixar de ser precisa) em manobras ou velocidades baixas.

Sehr schönes Interieur

Assim com sugere o título acima, o Classe C tem um interior muito agradável. Além do conforto típico de um Mercedes-Benz, há mais indícios sobre a intenção do Classe C em parecer mais jovem à medida que a atual geração, lançada em 2007, vai ganhando idade. O painel agora realça o conta-giros e o velocímetro, que se ligam à tela central. E o ultrapassado acabamento imitando madeira deu lugar ao aço escovado, mais agradável em todos os sentidos. Falar sobre acabamento e qualidade de construção, se tratando de um automóvel da marca, é desperdiçar papel.

Attention Assist e Intelligent Light

Entre os equipamentos, destaque para o Attention Assist, o Intelligent Light e o Comand Online. O primeiro alerta o motorista, com sinais sonoros ou trepidações intencionais no volante, sobre a possiblidade de ele estar dormindo ao volante. Uma xícara aparece no painel, talvez sugerindo que ele ingira café para acordar. O segundo mexe nos faróis do sedã, que se movimentam para os lados conforme a necessidade de iluminação. Há, inclusive, calibrações diferentes para aplicação urbana ou em estradas. Até o farol de neblina entra na dança, ampliando seu alcance conforme a demanda. Destaque também para o Comand Online, que nada mais é do que a navegação na internet a bordo.

Previsões

Segundo as aspirações da Mercedes, cerca de 6.000 unidades do Classe C serão vendidas até o final do ano. A empresa, no total, quer chegar à inédita marca de 10.000 emplacamentos num único ano. Boa parte desse volume virá da versão C 180 CGI, que ficou levemente mais cara em relação ao modelo anterior. Além do Classe C responder por 50% das vendas da Mercedes, a configuração C 180 dominará 60% dos emplacamentos, contra 20% da C 200 CGI e outros 20% da C 250 CGI. Além disso, é por ela que chegam é por ela que chegam 40% dos novos clientes da marca. E quem são os novos clientes? Ex-donos de Honda Civic, Toyota Corolla e companhia.

Há pouco mais de dois meses, a Mercedes lançou no Brasil a motorização CGI (auxiliada por turbocompressor e injeção direta de combustível) para o Classe C. Mal deu tempo de curtir o carro, seus proprietários já viram sua recente aquisição virar coisa do passado. Para a Mercedes, tudo normal, já que quem compra um Classe C é bem informado e sabia da iminente atualização.

O Classe C sedã ganhará a companhia das versões Touring (perua) e Coupe em junho e no último trimestre deste ano, respectivamente. Já a opções AMG chegam entre setembro e outubro. Ainda que os clientes da marca sejam tão bem informados, não custa lembrar.
Fonte: iGCarros

terça-feira, 24 de maio de 2011

Novo Mercedes SLK chega em junho por R$ 292.900


A nova geração do SLK – a terceira da série lançada em 1996 – já está no Brasil. A divisão nacional da Mercedes-Benz apresentou de forma estática o conversível à imprensa especializada nessa segunda-feira (16) em evento realizado em Campinas (SP). As vendas, entretanto, começam somente em junho e, por enquanto, apenas com a versão top de linha 350, que teve seu preço inicial definido em R$ 292.900. O SLK 200, opção de entrada, chega em julho, conforme antecipou a montadora, mas ainda não tem valor estabelecido.


Além do visual reformulado, que aderiu diversos elementos mais modernos ao SLK, a Mercedes também melhorou a performance dos motores do veículo, que agora possuem turbocompressor em vez dos compressores mecânicos (supercharged) da linha anterior. Injeção direta de combustível também é outro recurso presente na nova geração. Todas as versões do carro ainda vêm equipadas com sistema stop/start para poupar combustível.


O SLK 350 vem com o motor 3.5 V6 de 306 cv e câmbio automático-sequencial de 7 marchas. Segundo a fabricante, nessa configuração o carro acelera do 0 até os 100 km/h em 5,6 segundos e atinge 250 km/h de velocidade máxima. Em relação ao modelo anterior, o desempenho em aceleração do lançamento muda pouco. Diferente dos números de consumo médio de gasolina, que foi de cerca de 12 km/l para os atuais 14 km/l da nova gama.

Já o SLK 200 chega mais adiante com motor 1.8 turbo de 181 cv e equipamentos de conforto e entretenimento mais modesto. Conforme dados da marca, a versão vai do 0 aos 100 km/h em 6,1 segundos e segue até os 240 km/h.\
Fonte: iGCarros
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