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terça-feira, 15 de maio de 2012

Eis o futuro Mercedes-Benz Classe A sedã nacional


O pânico entre as marcas premium – e não estamos falando apenas de carros – é tão grande que os países emergentes viraram a salvação da pátria. A realidade é que elas não têm mais para onde crescer nos mercados desenvolvidos. A saída, então, é criar produtos mais acessíveis e de volume e é o que a Mercedes-Benz fará com a nova família Classe A.


Graças ao aumento do IPI, o Brasil, que já era atraente, virou fundamental nesses planos. E, como dissemos, fabricar alguns modelos por aqui virou questão de sobrevivência. Portanto, ver o Concept Style Coupé é como imaginar um novo sedã médio premium desfilando pelo Brasil.


O conceito posa de cupê mas deve ser visto como um sedã com caráter esportivo. O visual certamente deve ter provocado uma certa pontinha de inveja na BMW e Audi já que elas sempre se referem “em off” à Mercedes como uma marca para velhos.

O inédito Classe A sedã é praticamente um mini-CLS. Deve perder parte dos exageros estéticos mas ainda assim ser diferenciado perante a concorrência. Por enquanto, não há informações oficiais, mas o modelo certamente compartilhará as soluções e pacotes do Classe A hatch, outro que mudou totalmente de personalidade.
Fonte: BlogAuto

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Renault Kangoo da Mercedes-Benz aparece na internet


Um dos primeiros frutos da parceria entre os grupos Daimler e Renault-Nissan, o Mercedes-Benz Citan, deve aparecer só em setembro, mas as primeiras informações – liberadas pela própria marca – assim como algumas fotos oficiais já começam a circular pela internet.


Derivado do Renault Kangoo, a nova multivan terá dois tipos de variações: uma comercial com três tamanhos – 3,94 metros, 4,32 m e 4,71 m – e uma para passageiros com espaço para até cinco pessoas, bancos traseiros rebatíveis e duas portas laterais deslizantes de cada lado do veículo.

Sem especificar a cilindrada, a marca alemã informou que o Citan será equipado com três tipos de motores – dois turbodiesel com 75 cv e 110 cv, e um a gasolina com turbo e 114 cv – e com duas opções de transmissão mecânica com cinco ou seis velocidades.

No quesito segurança, o modelo vem equipado desde a versão mais básica com itens como freios com ABS e EBD, controle de estabilidade adaptativo e controle de tração. Além disso, a multivan ainda pode ser equipada com até seis airbags, sendo dois dianteiros, dois laterais e duas bolsas infláveis do tipo windowbags, na altura dos vidros laterais.

Na parte estética, embora o grau de parentesco com o Kangoo esteja “gritando” no formato da carroceria e em alguns detalhes no interior – como o volante – o Citan segue o padrão estilístico da Mercedes-Benz, com faróis que lembram o do novo Classe A e a típica grade dianteira, com três filetes e o logo com a estrela no centro.

A nova multivan da marca alemã deverá ser apresentada oficialmente em setembro durante o IAA Commercial Vehicle Show, evento de veículos comerciais que acontece em Hannover, na Alemanha
Fonte: iGCarros

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Perua CLS aparece com pouco disfarce


Com a versão familiar do CLS, a Mercedes-Benz quer inaugurar, como fez com um sedã, um segmento. A CLS Shooting Break chegará com a missão de oferecer o apelo estético que tem o três-volumes mas com mais espaço.


O Salão de Pequim, no fim do mês na China (confira detalhes na próxima página) é uma hipótese, já que para a mostra de Nova York, a partir desta semana, a Mercedes-Benz confirma duas atrações.

A CLS Shooting Break é baseada no protótipo apresentado pela montadora em 2010. As fotos da Carparazzi mostram que a versão definitiva mudou pouco ante a conceitual. A dianteira é idêntica à da segunda geração do sedã, que chegou ao Brasil neste ano. O teto rebaixado, como nos cupês, é o destaque da perua.

De acordo com a Carparazzi, a CLS tem cerca de 5 metros de comprimento. Supera o sedã nesta medida e também no espaço interno, ainda conforme a agência.

A linha de motores, por sua vez, será como a do três-volumes. Na Europa, haverá opções a diesel de quatro e seis cilindros. Os a gasolina serão V6 e V8, com potências de 204 cv a 408 cv. No entanto, a perua não deverá ter opção AMG, com 571 cv de potência.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

MERCEDES QUER RETOMAR LIDERANÇA ENTRE MARCAS PREMIUM, DIZ CEO DA DAIMLER


Mais tradicional montadora de automóveis da Alemanha, a Mercedes-Benz foi durante muitos anos a mais vendida marca de luxo do planeta, mas nos últimos anos as suas principais rivais – BMW e Audi – adotaram estratégias comerciais mais ousadas e passaram à frente.


Apostando em modelos menores e com preços inferiores, mas com a “aura” associada às marcas e ainda assim rentáveis às suas finanças, BMW e Audi tiveram grande êxito com o Série 1 e com o A3, respectivamente, e ampliaram o número de clientes. A Mercedes, por sua vez, foi incapaz de acompanhá-las com as gerações anteriores do Classe A e do Classe B.

Disposta a mudar o panorama a marca de Stuttgart começou uma pesada ofensiva com a reinvenção de sua linha de modelos de entrada e com o anúncio de futuros lançamentos como o CLA, um pequeno coupé de 4 portas nos moldes do bem-sucedido CLS, mas montado sob a plataforma do novo Classe A.

A grande dúvida dos analistas é se o novo Classe A conseguirá roubar espaço dos rivais já consolidados, mas pela repercussão que o modelo causou desde a sua apresentação oficial durante o Salão de Genebra (março) é permitido supor que Série 1 e A3 terão sérias preocupações a partir do 2º semestre deste ano, quando o modelo terá suas vendas iniciadas.

De acordo com Dieter Zetsche, CEO da Daimler, a marca está no meio do caminho para voltar a ser a nº 1 e isto depende muito do êxito do Classe A.
Fonte: CarPlace

terça-feira, 24 de abril de 2012

Mercedes C 63 AMG é força bruta


O sol brilha sobre a pintura branca perolizada do novo Mercedes-Benz Classe C 63 AMG, tabelado a US$ 249.900 (cerca de R$ 455 mil), estacionado no pátio do jornal. A cada passo de aproximação, as curvas de seu desenho se tornam mais sedutoras, até que a pinça vermelha do freio, com a sigla AMG, faz salivar. Quem conhece a divisão esportiva da marca alemã sabe o que essas três letras são capazes de fazer.


A porta se abre, como a da esperança, e o presente é como no antigo programa de televisão. O acabamento do Mercedes impressiona, a tela LCD do navegador GPS cria um clima, e o AMG do belo e funcional painel, acompanhado da velocidade máxima de 320 km/h marcada no velocímetro – embora esta seja limitada eletronicamente a 250 km/h –, dá a certeza do prazer.


Um desenho de uma xícara de café está no painel: é o sistema de alerta de fadiga, que lê sinais e sugere uma parada para descanso. Mas quem teria sono dirigindo o C 63 AMG?

Ao girar a chave, a rotação sobe a 8 mil e desce de uma vez, gerando um ronco alto e grave. A vontade de acelerar é quase angustiante, mas é preciso respeitar as leis e a velocidade máxima permitida é de 120 km/h. Tudo bem, ele vai de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos, conforme a fabricante, e chegar a 120 km/h demora pouco na brincadeira de retomar e desacelerar.

O isolamento acústico ruim do cofre do motor é proposital e o ruído do 6.2 V8 invade a cabine sem cerimônia, numa canção muito melhor que alguns hits das rádios. São 487 cv de potência a 6.800 rpm e 61,2 mkgf de torque a 5 mil rpm, muito para qualquer carro e estrada e mais do que suficiente para fazer do C 63 AMG um dos automóveis mais divertidos do mercado.

O câmbio automático de sete marchas com hastes atrás do volante também ajuda a fazer o motorista grudar no banco quando se enche o pé no acelerador. Por falar no banco, ele abraça o corpo como uma mãe saudosa e é perfeito para carentes.

A estabilidade, com todos os controles ligados, é sensacional. Basta apontar que o C 63 vai, como se sobre trilhos. Com o controle de estabilidade desligado, porém, ele sai bastante de traseira. E a suspensão, quem diria, continua a quicar de raiva em cada buraco que passa.
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